Normal. Boa perfusão, sem congestão. Não é choque.
Congestão sem hipoperfusão. Predomina diurético/vasodilatador.
Hipoperfusão sem congestão. Cuidado com volume — vasopressor ± inotrópico.
Choque clássico: hipoperfusão + congestão. Inotrópico + vasopressor ± suporte mecânico.
Em risco — sem sinais de choque ainda. Ex.: IAM em curso, sem hipoperfusão.
Início — hipotensão ou taquicardia sem hipoperfusão clara.
Choque estabelecido — hipoperfusão + necessidade de vasopressor.
Piora apesar do suporte — escalada de vasopressores.
Colapso cardiovascular. PCR iminente ou em curso. Ver protocolo de PCR →
Diluição e preparo de cada fármaco: Noradrenalina · Dobutamina no Bulário.
Mais acessível. Reduz pós-carga, melhora perfusão coronariana diastólica — débito adicional ~0,5 L/min. Estudo IABP-SHOCK II não demonstrou redução de mortalidade no IAM — uso seletivo. CI: insuficiência aórtica significativa, dissecção de aorta.
Microbomba axial percutânea. Débito 2,5–5,0 L/min — descarga direta do VE. Mais potente que o IABP; evidência crescente em choque refratário. Disponibilidade limitada no Brasil.
Suporte máximo — oxigenação + circulação. SCAI D/E, PCR refratária (E-CPR). Mortalidade muito alta mesmo com ECMO — seleção criteriosa. Centros especializados; risco de sangramento e isquemia de membro.
Tratar apenas a artéria culpada na fase aguda (CULPRIT-SHOCK trial).
Revascularização completa em segundo tempo, eletiva — melhora prognóstico a longo prazo.