Dissecção que fecha o óstio coronariano (CD com mais frequência → supra inferior). Trombolisar um "IAM" que é dissecção = catástrofe. Ver protocolo de IAM →
Oclusão de carótida ou subclávia → déficit neurológico. Trombolisar um "AVC" que é dissecção = catástrofe. Ver protocolo de AVC →
Dor pleurítica, dispneia, D-dímero elevado. Angiotomografia de aorta resolve — e anticoagular seria fatal. Ver protocolo de TEP →
Dissecção "silenciosa" — síncope isolada, IC aguda súbita, déficit neurológico, isquemia de membro. Especialmente em diabéticos e idosos.
D-dímero < 500 ng/mL é suficiente para descartar dissecção sem imagem (VPN ~99,7% — diretriz ESC 2024, estudo ADvISED). D-dímero positivo ou indisponível → angiotomografia.
Angiotomografia direta, independente do D-dímero. Não perder tempo com triagem laboratorial.
Envolve aorta ascendente (com ou sem descendente). → Cirurgia de emergência.
Apenas aorta descendente (após a subclávia esquerda). → Clínico / TEVAR.
Diluição e preparo: Nitroprussiato no Bulário.
Indicação cirúrgica imediata — não há tratamento clínico definitivo. Mortalidade cirúrgica 15–30% vs. ~1–2%/hora sem cirurgia. Ressecção da aorta ascendente + prótese.
Tratamento clínico como padrão (controle agressivo de PA e FC). Sobrevida hospitalar ~85–90%. TEVAR se malperfusão, ruptura iminente, ramo visceral comprometido, expansão rápida, dor refratária ou progressão.