| Tamanho | PSP | PSS |
|---|---|---|
| < 2 cm — pequeno | Observação ou aspiração | Internar + O₂ |
| ≥ 2 cm — grande | Aspiração ou dreno fino | Dreno intercostal |
Fácil acesso, mas risco de atingir a artéria torácica interna e parede mais espessa — falha até 50% em adultos.
Parede mais fina, sem risco da artéria torácica interna, maior taxa de sucesso — mesmo ponto do dreno definitivo.
| Borbulhamento | Interpretação | Conduta |
|---|---|---|
| Ativo, primeiras horas | Normal — expansão em curso | Manter aberto, monitorar |
| Persistente > 48–72h | Fístula broncopleural | Avaliar VATS. Nunca clampar |
| Parou + RX expandido | Resolução | Clampar 4–12h → RX → retirar |
| Ausente + RX não expandido | Dreno obstruído/malposicionado | Verificar, trocar se preciso |
↑ súbito de Ppico sem ↑ Pplat + hipotensão + SpO₂ ↓ = hipertensivo até prova em contrário. Desconectar VM → BVM manual → descomprimir → dreno definitivo → reconectar com pressões menores.
Dreno calibroso (28–32 Fr) na posição mais declive. Hemotórax maciço: drenagem > 1.500 mL imediata ou > 200 mL/h por 3h → toracotomia de emergência. Autotransfusão em trauma exsanguinante sem banco de sangue.
Pneumotórax com > 3–7 dias: reexpansão rápida pode causar edema pulmonar ipsilateral. Prevenir: drenar lentamente, não aspirar mais de 1–1,5 L de uma vez.